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Por que contamos histórias?

O tempo da palavra
Os avanços tecnológicos e o crescimento das cidades têm ocasionado o isolamento das pessoas em detrimento do encontro e do diálogo com o outro. Podemos caracterizar o homem deste início de século como um ser isolado, preocupado consigo e longínquo da realidade em seu torno. Inúmeras pesquisas apontam que a doença do início do século XXI é o stress conjugado a depressão, e isto ocorre como consequência do enfraquecimento das relações humanas e da “obrigação diária” estabelecida pelo mercado, onde é preciso a todo o tempo fazer-se e provar-se competente. Lançados no mais profundo desamparo pela modernidade, cuja dinâmica, no seu avançar, destrói a tradição, os papéis assegurados pela tradição – ritos, costumes, hábitos, maneiras de ser e de viver ancestrais -, vivemos um “desenraizamento”. Esta queima das tradições e das maneiras ancestrais de ser e viver, deixou-nos num estado onde não somos capazes de reconhecer nossa direção, o para quê da nossa existência, nossa desti…

Histórias no Bosque de leitura do Parque Ibirapuera

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No último domingo, 09 de julho, tivemos um encontro com lindas famílias em meio às árvores e livros do Bosque de Leitura do Parque Ibirapuera.
Quem não foi, tem outra chance no dia 16 de julho!
Aqui alguma fotos feitas por Cristiano Montrase.









Última oportunidade!

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Trajetória de contadores de histórias

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Conheça um pouco da trajetória do Histórias em Movimento através deste pequeno vídeo.


Casa de Causos

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O Projeto Casa de Causos, lançou no dia 11 de maio a série audiovisual "Casa de Causos". Em 12 episódios, o projeto é dedicado aos contadores de histórias do Vale do Paraíba.

Em mini documentários, as histórias evidenciam o imaginário popular, com relatos sobre Jacareí, Santa Branca e Paraibuna.

A Festa no céu

Num tempo em que os animais falavam, correu uma notícia entre os bichos de que ia acontecer uma Festa no Céu!
Toda a bicharada ficou animada! Festa!? Oba! Que beleza! E no céu ainda! Ah! Todos queriam ir é claro! Mas, no meio daquele falatório todo, apareceu um beija-flor com uma novidade: - Só poderia ir na festa, bicho que soubesse voar! - O quê? - falou o macaco - Como assim? - resmungou a raposa E todos os que não sabiam voar ficaram muito zangados e chateados... Menos o sapo. É que o sapo já tinha tido uma bela idéia para conseguir chegar à festa: O urubu era o músico do pedaço. Não sabia cantar mas tocava uma viola como ninguém! Pois bem, no dia da festa, o sapo, aproveitando um momento de distração do urubu, entrou pelo buraco e se escondeu dentro da sua viola. O urubu passou a mão na viola e foi voando pra tão esperada noite! Chegando lá, colocou a viola num canto e foi cumprimentar os amigos, tomar uma bebida antes de começar a tocar. Nesta hora o sapo saiu bem de fininho de dentro da vio…